Assessoria em mercado de capitais

Crédito e estrutura para a economia real.

A Opes Partners conecta empresas ao mercado de capitais: linhas de crédito junto a fundos e investidores, ou a estruturação do seu próprio fundo para rentabilizar a carteira de vendas a prazo.

Sobre

O nome diz o trabalho.

Opes, em latim, significa recursos, meios, riqueza. É exatamente o que uma casa de captação faz: transforma a capacidade produtiva de uma empresa em acesso a recursos.

A Opes Partners é uma assessoria independente. Não somos o investidor da operação — quem aloca é o mercado —, e é essa distância que permite recomendar o caminho certo, inclusive quando o caminho certo é esperar. Trabalhamos as duas pontas da mesma mesa: preparamos a empresa para o escrutínio de quem vai colocar dinheiro nela, e conhecemos de perto o que cada investidor precisa ver antes de dizer sim.

Nenhuma estrutura sofisticada compensa uma carteira mal documentada. Começamos sempre pelo dado.

Princípio de trabalho da Opes Partners

Soluções

Dois caminhos até o capital.

A escolha entre eles não é de gosto: depende do faturamento, da maturidade da carteira e do horizonte da operação. O diagnóstico inicial existe justamente para responder isso antes de qualquer esforço de captação.

01

Linhas de crédito junto ao mercado

Conectamos sua empresa a fundos, securitizadoras, gestoras e investidores com apetite para o seu tipo de operação. É o caminho mais curto quando a necessidade é funding e o volume ainda não justifica uma estrutura própria.

  • Mapeamento de quem tem apetite real para o seu perfil
  • Preparação do pacote de crédito e da base de dados
  • Negociação de taxa, prazo, garantias e covenants
  • Coordenação da diligência até o desembolso

02

Estruturação do seu próprio fundo

Para a empresa que já financia o próprio cliente e carrega uma carteira de vendas a prazo, montamos o fundo da casa — da modelagem da estrutura de cotas à captação junto a investidores. O que hoje é contas a receber passa a ser um ativo que se rentabiliza.

  • Modelagem da estrutura, das cotas e dos gatilhos
  • Seleção de administrador, gestor, custodiante e auditoria
  • Condução da estruturação jurídica e regulatória
  • Relacionamento com investidores
  • Acompanhamento pós-emissão

Como trabalhamos

Quatro etapas, sem etapa pulada.

Captação mal preparada não é captação lenta — é captação recusada. A ordem abaixo existe para que a operação chegue ao investidor já respondendo o que ele vai perguntar.

  1. Diagnóstico e elegibilidade

    Analisamos o faturamento, a carteira, a estrutura societária e o histórico de performance para definir o que o mercado consegue absorver hoje. Ao final, você sabe qual caminho é viável e a que custo aproximado.

  2. Estruturação

    Desenhamos a operação: formato, garantias, gatilhos e covenants. Preparamos o pacote de informações que o investidor vai exigir antes de olhar o ativo.

  3. Captação

    Apresentamos a operação aos investidores com apetite compatível e conduzimos a negociação de taxa, prazo e condições até o fechamento.

  4. Acompanhamento

    Depois do desembolso, apoiamos o reporte periódico, o cumprimento de covenants e as janelas de reforço de capital ou nova série.

Para quem

Quem procura a Opes.

Trabalhamos as duas pontas da mesma mesa: de um lado, a empresa da economia real que precisa de capital; do outro, quem tem capital para alocar e procura operação bem preparada.

Quem busca capital

Empresas que precisam de crédito

Indústria, comércio, serviços e agronegócio que buscam linha para capital de giro, expansão ou alongamento de dívida, em condições melhores do que as do balcão bancário.

Empresas com venda a prazo

Quem já financia o próprio cliente carrega uma carteira de recebíveis dentro de casa. Ela pode virar um fundo próprio e passar a render, em vez de ficar parada no contas a receber.

Quem aloca capital

Fundos, securitizadoras e gestoras

Casas com mandato de crédito privado que procuram originação qualificada e operações já preparadas para análise, com base de dados organizada e estrutura definida.

Investidores

Quem busca exposição a crédito privado com lastro em operação real, garantias definidas e um originador que entende a própria carteira.

Dúvidas frequentes

Antes da primeira conversa.

Existe faturamento mínimo?

Existe, e ele muda conforme o caminho. Abaixo de R$ 500 mil de faturamento mensal, a operação dificilmente se sustenta numa apresentação ao mercado — o esforço de análise não se paga para nenhum dos lados. Para estruturar um fundo próprio o corte é bem mais alto: abaixo de R$ 5 milhões mensais, o custo fixo de montagem e de manutenção da estrutura inviabiliza o projeto.

Quanto tempo leva até o dinheiro entrar?

Uma linha de crédito leva de 2 a 6 semanas até o desembolso, conforme a complexidade da operação e a qualidade da informação disponível no início.

A estruturação de um fundo é outro tipo de trabalho: mais minucioso, envolve prestadores de serviço e trâmite regulatório, e leva consideravelmente mais tempo. O prazo realista para o seu caso sai no diagnóstico inicial.

Que documentos são necessários?

A relação sai depois que entendemos a demanda. Cada caminho exige um conjunto diferente, e pedir documento antes de saber o que a operação realmente precisa só atrasa o processo — por isso a primeira conversa vem antes de qualquer lista.

Como a Opes é remunerada?

Varia conforme a necessidade do cliente. Trabalhamos desde modelos de remuneração no sucesso, atrelados ao capital efetivamente captado, até modelos por hora de trabalho. O formato é definido e acordado antes de começar — nunca no meio do caminho.

A Opes investe na operação?

Não. Atuamos como assessoria: estruturamos, preparamos e apresentamos a operação ao mercado. Quem decide alocar é o investidor, e essa separação é o que preserva a independência da recomendação.

Contato

Vamos avaliar sua operação.

A primeira conversa é um diagnóstico de elegibilidade, sem compromisso. Quanto mais concreto o faturamento e o tipo de operação, mais útil ela é.

Os dados enviados são usados apenas para esse contato.